sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Casos...

Vejam essa:
Eu estava esses dias em sala lendo um texto e dialogando sobre o meio ambiente com alguns alunos. O texto falava de crime ambientel, caça ilegal, pesca predatória, etc. Beleza! Alguém me perguntou:
- Professor, por exemplo, se na fazenda do meu pai tem uma plantação e aparece um veado e come as planatas dele, se meu pai matar o veado isso é crime?
Um gaiato respondeu ao longe:
- É não... isso é bulling, homofobia.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A preguiça não deixa


Tcheco e Lucas são grandes amigos, estudaram no mesmo colégio a vida inteira, mas há seis anos eles não se viam. Por acaso, os dois encontram-se pelas ruas da cidade e começam a bater papo:
- Amigo Tcheco! Como está você, cara? Quanto tempo...
- Eu vou bem, graças a Deus.
- Vejo que você está bem de vida...
- Que nada! Apenas consegui alcançar meus objetivos de vida e hoje vivo feliz e tranquilo.
- Que bom! Por onde tem andado?
- Moro numa cidadezinha do interior da Bahia.
- Trabalha por lá?
- Sim. Sou o promotor de justiça daquela cidade.
- Nossa... Você merece, sempre foi muito dedicado aos estudos.
- Verdade. A advocacia era o meu sonho de criança.
- Seus esforços valeram à pena.
- Confesso que não foi fácil, mas não me arrependo de nada.
Com o desenrolar da conversa, Lucas começa a sentir-se envergonhado de sua situação e demonstra desinteresse pela conversa.
- Mas Lucas, e você? O que tem feito da vida?
- No momento nada.
- Como assim? Faculdade, trabalho, casamento, nada disso ainda?
- Infelizmente não. Aquela minha preguiça acabou me custando muito caro. Conclui os estudos, não consegui aprovação na universidade, meu pai exigiu que eu trabalhasse para ajudá-lo, senti-me pressionado e fugi de casa.
- Que é isso, irmão? E por que você não recomeça e dá a volta por cima?
- Tenho preguiça... Estudar não é o meu forte.
- Mas hoje é o que pode nos assegurar melhores condições de vida.
- É, mas a preguiça não me permite.
- E o trabalho? Por que você não tenta um emprego? Vai dizer que tem preguiça?
- Sei lá! Acho que sim.
- Rapaz, não faça isso com a sua vida não. A preguiça é um atraso de vida.
Lucas aparenta não gostar da colocação do colega e retruca:
- Deixe que com minha vida me preocupo eu...
- Tudo bem! A vida é sua, faça dela o que quiser!  Vou nessa. Até mais...
- Beleza! Até... Mas antes de você ir embora, me arruma aí dois reais pra eu comprar uma carteira de cigarros?
E Tcheco responde em tom de raiva:
- Infelizmente não vou fazer isso, porque não quero ser cúmplice de estar alimentando a preguiça de um jovem tão saudável e inteligente como você.
- Pois desapareça daqui antes que eu faça coisa pior...
E partiu-se assim a amizade de um jovem bem estruturado na vida e de um homem sem leis e desestimulado pela falta de coragem.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Catástrofes Ortográficas II

Mais aberrações linguísticas para você que é observador e que não quer cometer essas infrações.








domingo, 28 de agosto de 2011

Redação Nota 10 no ENEM - II

Benefícios da leitura

Como a leitura pode transformar nossa realidade? A leitura é extremamente importante, não apenas por ser fundamental em nossa formação intelectual, mas também por permitir a todos um acesso a um mundo de informações, idéias e sonhos. Sim, pois ler é ampliar horizontes e deixar que a imaginação desenhe situações e lugares desconhecidos e isto é um direito de todos.

A leitura permite ao homem se comunicar, aprender e até mesmo desenvolver, trabalhar suas dificuldades. Em reportagem recente, uma grande revista de circulação nacional atribuiu à leitura, a importância de agente fundamental para a transformação social do nosso país. Através do conhecimento da língua, todos tem (sic) acesso à informação e são capazes de emitir uma opinião sobre os acontecimentos. Ter opinião é cidadania e essa parte pode ser a grande transformação social do Brasil.

Os benefícios da leitura são cientificamente comprovados. Pesquisas indicam que crianças que tem (sic) o hábito da leitura incentivado durante toda a vida escolar desenvolvem seu senso crítico e mantém seu rendimento escolar em um nível alto. O analfabetismo, um dos grandes obstáculos da educação no Brasil, está sendo combatido com a educação de jovens e adultos, mas a tecnologia está afastando nossas crianças dos livros.

Permitir a uma criança sonhar com uma aventura pela selva ou imaginar uma incrível viagem espacial são algumas das mágicas da leitura. Ler amplia nosso conhecimento, desenvolve a nossa criatividade e nos desperta para um mundo de palavras e com elas construímos o que gostamos, o que queremos e o que sonhamos.

Portanto, garantir a todos o acesso à leitura deve ser uma política de Estado, mas cabe a nós dedicarmos um tempo do nosso dia a um bom livro, incentivar nossos amigos, filhos ou irmãos a se apegarem à leitura e acima de tudo utilizar nosso conhecimento para fazer de nossa cidade, estado ou país, um lugar melhor para se viver.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Me dê motivos


Quando eu te quis, tu nem sequer me notou
Não deu a mínima para o meu amor.
Agora eu te esqueci e tu vens me procurar
Me dê motivos pra te amar.

Sabes o quanto eu sofri 
quando meu coração se fechou
Na esperança do teu amor.
Eu já não penso mais em ti 
E insistes em me perturbar
Me dê motivos pra te amar.

Fez a minha cabeça com seu jeitinho meigo de ser,
Me enfeitiçou, me fez gostar de você.
Agora, depois de tudo, 
Vem de mansinho tentando me reconquistar,
Mas eu não tenho motivos pra te amar.
Não há motivos pra te amar.

Me dê motivos pra querer você se você não me quis
Me perdoe mas eu já estou feliz.
Hoje eu agradeço porque essa dor já se curou
O que eu sentia por você já passou.
Meu sentimento por você já acabou.



sábado, 2 de julho de 2011

Na tua ausência...

Na tua ausência o sol pra mim não brilha
Não há repouso, não mais tranquilidade.
Não há mais regras na minha cartilha
Intersecção de encantamento e saudade.

Na tua ausência já não se enche a Lua
De motivo algum para o amor celebrar.
Pasmo de desejo a tua pele toda nua
No meu inconsciente feliz é poder olhar.

Na tua ausência comida não tem sabor
Flores sem perfume, vida sem importância.
O sexo é meramente extravaso, não amor
Só mesmo tua presença aqui é relevância.

Na tua ausência meu dia não tem fim
Minha noite não acalma a dúvida de ver
Na aurora resplandecer teu rosto enfim
E Tua boca nos meus lábios umedecer.

Na tua ausência nem a dor me é de valia
Pois se minha agonia fervilhante amenizasse
Meu coração a palpitar então retornaria
Caso pra tua presença me transportasse.

Na tua ausência o Sol pra mim não arde
Não emite o seu raio poderoso de calor
Não incendeia minha vida no auge da tarde
Se eu não tiver na presença de meu amor.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Leitura nessas férias!

Uma dica legal para quem gosta de uma boa poesia e que deseja aprofundar-se no universo literário de Fernando Pessoa é o livro "Cancioneiro". O autor é reconhecidamente um dos maiores poetas da língua portuguesa e esta obra é composta por poemas líricos. Quem deseja nessas férias um bom livro para deleitar-se de encantos e versos, leia Cancioneiro e aproveite o período de descanso para aperfeiçoar-se intelectualmente.
Boa leitura e boas férias!


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Pérolas dos Estados

Mais algumas pequenas falhas linguísticas colhidas em provas de Português que aplico por aí. Numa prova de português que tratava basicamente sobre o assunto de letras e fonemas tinha um pequeno desafio com pontos extras com o seguinte enunciado:

Cite o nome de três ESTADOS brasileiros que em seus nomes não possui letras repetidas.

Beleza! Nem quero mais dizer nada, pois você, meu querido leitor, vai comprovar o que eu encontrei nas respostas:

ICÓ
 - (Minha Nossa Senhora...)
RIO GRANDE DO NORTE
 - (Quase não tem repetição de letras, né?)
ESPÍRITO SANTO
 - (Tem duas letras S, I, T e O)
FORTALEZA
- (Esse "Estado" nos pertence)
VITÓRIA
- (Vitória ao Rei!)
TOCANTINS
- (Eu aguento...)
MACAPÁ
- (Só tem três vezes a letra "A")

E você? Saberia responder quais são os Estados?
Comente e responda.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Despedida do Trema

Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüentas anos. Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!... O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disse que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé. Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, "Kkk" pra cá, "www" pra lá. Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o lemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!... Nós nos veremos nos livros antigos. Saio da língua para entrar na história.
Adeus,
Trema.

(Texto de Lucas Nascimento, São Paulo)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

É uma fruta regressiva?

       Sr Antonio é um homem de grande admiração por causa de seu bom humor perante certas situações. Mas acontece que às vezes ele tem uns surtos de exagero nas coisas.
      Certa vez ele chega em casa, vindo da residência de uma sobrinha que morava num sítio distante. Ao ver uma de suas filhas triste e silenciosa (tentando animá-la) diz:
      - Rapaz, cê acredita hoje eu vi uma coisa que nunca tinha visto. Tava lá no sítio debaixo de uma árvore quando peguei em duas acerolas, cada uma do tamanho de uma maçã. A bicha era tão grande que pra fazer suco tinha que cortar no meio.
       Sua filha logo retruca e indaga:
       - Pai deixa de mentira. Quem já viu uma acerola do tamanho de uma maçã? O Sr tá é mentindo.
       E ele se defende:
       - Minha filha, eu juro por Deus como era do tamanho de uma goiaba. Quando eu for lá amanhã eu vou trazer umas duas pra você vê se não é do tamanho de um caroço de piqui...

        E agora? Tá é diminuindo?

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Catástrofes Ortográficas

São meras aberrações da Língua Portuguesa.
"Pai, perdoai, eles não sabem o que fazem..."

É um motivo muito justo e óbvio! 

Realmente, é uma belíssima flor! 

Não vá acessar internet nesse lugar, por favor. 

"Cem agrotóxio" é coisa demais. Não coma!

Quem é o animal nessa história?

Geladeira Fost Free. 

 Mais "Brábu" que esse não há!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Alunos inteligentes... II

Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se:
- O 1º Aluno diz: Acordei tarde, senhor professor! Sonhei que fui à Polinésia e a viagem demorou muito.
- O 2º Aluno diz: E eu fui esperá-lo no aeroporto!
(fisicaquanticamente falando quem discute??? está certo!)



Um aluno de Direito a fazer um exame oral: O que é uma fraude?
Responde o aluno: É o que o Sr. Professor está a fazer.
O professor muito indignado: Ora essa, explique-se...
Diz o aluno:Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!
(E então... na lógica...)

PROFESSORA: Artur, a tua redação "O Meu Cão" é exatamente igual à do seu irmão. Você copiou?
ARTUR: Não, professora. O cão é que é o mesmo.
( sem noção......kkkkkkk)

sábado, 16 de abril de 2011

Esses são os meninos de hoje

Na sala de aula, com seus alunos, o professor estava analisando aquele famoso poema de Carlos Drummond de Andrade:

"No meio do caminho tinha uma pedra.
Tinha uma pedra no meio do caminho.
E eu nunca me esquecerei
Que no meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho."

Depois de ter explicado exaustivamente, que ao analisarmos um poema, podemos detectar as características da personalidade do autor, implícitas no texto, o professor pergunta:

Joãozinho, qual a característica da personalidade de Carlos Drummond de Andrade que você pode perceber neste poema?

- Professor, das duas uma: ou ele era traficante ou era usuário!!!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Versos Avulsos 4

"Voz solitária que proclama,
ouvidos múltiplos desatentos...
Mestre que atenciosamente educa;
Aprendizes desapercebidos...
Um clamor exaustivo por silêncio;
Uma teimosia estressante por barulho...
Professor e aluno, respectivamente!"

Prof. Lincoln Lavor

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Metanoia


Pesadelo! Desespero e aflição... Não consigo chegar ao meu objetivo. Longe, bem longe eu avisto um feixe de luz que reflete em meus olhos e chama pelo meu nome com uma voz angustiada por ver fraquejar aquele a quem tanto ama. Sinto-me perto e longe ao mesmo tempo. Acho fácil, mas confesso que é difícil. Valorizo-me, porém sou um condenado a fracassar. Caminho a passos lentos por uma estrada de areia cheia de pedras, cacos de vidro, espinhos e galhos secos. 

Começo meu trajeto de pé, firme, ereto. Logo me vem um formigamento nas pernas, uma inquietude penetrante e já perco as forças. Caio de joelhos! Tento prosseguir (e dessa forma já será bem mais árduo), mas o meu corpo ferve como larva ardente à boca de um vulcão e, de cara, ponho-me a descansar. Quero continuar e preciso fazer isso ou verei o meu fim e minhas visões tornar-se-ão verdade. Agora, perdido nos meus ideais, com vontade de deixar tudo pela frente e voltar, sigo engatinhando. No caminho me aparece uma enorme quantidade de mulheres. Inúmeras, de todas as qualidades, de todos os jeitos, casadas, solteiras, velhas, novas, crianças, muitas... Mas, um pouco à frente um anjo brilha singelo ao alcance da minha vista e isso me anima um pouco. No entanto todas aquelas mulheres agarram-me e puxam-me para trás, deixando-me cansado ao dobro. E isso me desmotiva por inteiro. Pronto! É hora de desistir. Já não dá mais para insistir. 

Joelhos rasgados, mãos calejadas, um peso na consciência, uma fadiga corporal, os olhos cansados, um coração dilacerado, um homem e sua própria miséria. A luz é meu clímax. O alto daquele brilho é o ponto de chegada. Vejo que muito andei e que pouco fiz. Mas quero continuar. No fundo eu acho que devo continuar.

De pé não dá mais. De joelhos é impossível. Engatinhando, muito pior. O jeito é seguir rastejando como tartaruga que carrega o seu próprio peso lentamente. É assim que vai ser. Continuo minha peleja, agora com o peito ferido externa e internamente. Nem sei se meus órgãos vitais irão suportar. O anjo ainda olha-me com o mesmo amor de sempre. Isso é incrível e me incomoda às vezes. Mas à luz eu tenho que ir. Chuva, tempestades de areia, falta de companheirismo, solidão, fome, sede, aflição... Gritar? Como? Nem em pensamentos!

Eu chego lá. Eu chegarei lá, mesmo que desfigurado pelas maldades que me consomem, pelos vícios, pelas palavras em vão, pelas atitudes incertas, mas eu vou estar lá. E comigo vai a minha persistência  irritante. Anos a finco, muita luta. Lágrimas molham o meu rosto não pela dor, que é grande, mas porque já não posso mais.

Então, deu-se o fim. Fiquei pelo caminho! Perdi a batalha...

Calma! Não... Por que esse anjo brilhante não se apieda de mim e desaparece? Por que meus olhos queimam e não posso ver o meu próprio fim? Que luz é essa que de mim se aproxima e faz o meu coração acelerar? O que é isso que reaviva meu corpo e me põe de joelhos novamente? Por favor, identifique-se. Olhe meu estado humilhante. Não me deixe ainda pior do que já me encontro. Fale... Grite, mas reaja! Anjo que brilha diante dos meus olhos, explica-me? Teu silêncio dói. Por que ergues essa espada tão reluzente? Vai dar-me a sentença final? 

Anjo de misericórdia que com tua espada de justiça e compaixão aparece-me sem explicação. Carrega-me em tuas asas até o feixe de luz no alto dessa pedra e me retira da escuridão pela qual minha vida tem sido trilhada. Voa, anjo. Vai e leva esse pobre homem pecador! Apieda-te de mim! Tem compaixão de minh’alma. Mostra-me a verdade e por meio dela serei liberto da escravidão. Eu deposito a minha confiança  em Ti... 

Agora sim, desisto!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Alunos Inteligentes...

Professor: O que devo fazer para repartir 11 batatas para 7 pessoas?
Aluno: Faz um purê de batata, senhor professor!
Faz sentido!

Professor: - Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
Aluno:- Eu caminho... tu caminhas... ele caminha...
Professor: - Mais depressa!
Aluno: - Nós corremos, vós correis, eles correm!
E não é verdade?

Professor: "Chovia" que tempo é?
Aluno: É tempo muito mau, senhor professor.
Alguma dúvida?
  
Professor: Quantos corações nós temos?
Aluno: Dois, senhor professor.
Professor: Dois!?
Aluno: Sim, o meu e o seu!
A lógica explica...certinho!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Uma singela/sincera resposta


Há momentos na vida que ficam marcados em nossa memória como tatuagem gravada na pele. Às vezes momentos bons, tristes, surpreendentes, cômicos, etc. Todos temos algum fato marcante para narrar.

Além da minha carreira profissional de professor, tenho uma vida musical de baterista (um dos meus maiores hobbies). Acontece que tanto no magistrado quanto na música é comum passarmos por algum fato frustrante depois de termos feito algo que parecia ser uma verdadeira obra. Isso é fato. Pois vivi coisa semelhante e quero partilhar.

Certa vez fui convidado a tocar bateria com um ministério de música católica chamado Missão Resgate juntamente com outros amigos músicos, os quais já tocávamos juntos há muito tempo. O evento era um show num congresso para a juventude na cidade do Crato. O lugar muito cheio de gente, muitas crianças e jovens naquele lugar, todos na esperança de um bom momento de louvor e animação, como de fato foi. Só que uma resposta cativou-me bastante. Depois de termos tocado por quase duas horas sem parar um minuto, era chegada a hora dos solos e da apresentação dos músicos. Quando a minha vez de ser apresentado ao público chegou, o cantor da banda anunciou-me e eu fiz um solo de bateria bem curto mas muito legal. Tranquilo! Até aí nada demais.

Daí o inesperado (pelo menos para mim). Nosso cantor pergunta se a plateia havia gostado da apresentação do baterista, dizendo:

- Vocês gostaram do baterista?

A resposta veio de imediato e partiu de uma jovem garota que estava bem à frente do palco. Uma resposta muito sincera, por sinal:

- Nãaaaaaaaaaaaaooo...

Os músicos que estavam a tocar comigo deram muitas risadas e todos os que estavam no palco também riram bastante daquele grito tão eufórico. Eu nada pude fazer a não ser fazer aquele sinalzinho de legal para a galera e conformar-me de que nem sempre estamos “abalando com estruturas”, como achamos estar.

CURSO REDIGIR IGUATU

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Curso específico de Língua Portuguesa e Redação para ENEM, concursos e outros vestibulares.